O canal está de volta!

26 de dezembro de 2017

Oi gente linda tudo bem?
Desta vez eu me dei um presente de natal: trazer de volta o meu canal.
Depois de longos 10 meses temos um vídeo novo no ar.
*Foto do meu vídeo no canal da Ana Paula, vale a pena conferir.

A Ana Paula do Blog Mudei de Ideia me convidou para participar de uma TAG (sim, estou amando tags) que ela fez algumas adaptações.
Amo ler, e é uma grande falha da pessoa que vos escreve não trazer com frequência resenhas literárias (o que será diferente em 2018).

E essa TAG se chama "Perfil Literário", nela respondemos as seguintes perguntas:

♥ Um livro da sua infância 
♥ Um livro que te faz sorrir 
♥ Um livro que te deixa triste 
♥ Um livro que você não gosta
♥ Um livro que você recomenda

Espero que gostem.
Ah! Acessem também:



Tag | Se eu fosse um livro

21 de dezembro de 2017


Oi gente, mais uma TAG por aqui.
A Letícia, do Blog Resenhas, um rabisco e um café lembrou de mim na TAG Se eu fosse um livro e confesso que curti à bessa.
Vamos às resposta?

♥ Qual seria o título do livro?
Eu sempre escrevia essa palavra nas páginas dos meus cadernos, então seria : Acredite!


♥ Que autor escreveria sua história?
Bruna Vieira. Ela é um exemplo de pessoa que acredita em si mesma e vai além, amo!


♥  Que capa você escolheria?
Uma capa cheia de cores, como se fosse nuvens, com um pequeno aviãozinho dando volta ao mundo.


♥ Seria capa dura ou brochura?
Pode ser brochura, capricharia na diagramação e detalhes da capa.


♥ Quantas páginas teria?
No mínimo 250, tenho muitas histórias pra contar.


♥ Qual gênero seria?
Meu mundo é meio cor de rosa, dá pra perceber né, beeeeem romântico.


♥ O comentário de quem você gostaria de ter na capa?
De todas as webfriends que fiz no BEDA (Pri, Letícia, Thaís)

Gostaria de saber, se você fosse um livro, como seria ?
Responde aí Pri ( Blog Carioca do Interior), Ana Paula ( Blog Mudei de ideia ) e Lettícia ( Blog Fleur de Lune
Será que precisamos perder pra dar valor?

11 de dezembro de 2017


Desculpe meus amores, mas a ausência foi inevitável.
Passei por um susto enorme no finalzinho de novembro que me levou a essa reflexão.
Fui criada pela minha avó desde muito pequena e vivi com ela até o dia do meu casamento.
Baixinha, guerreira e muito esforçada, deixava de viver a própria vida pra cuidar de nós, quatro irmãos comilões, que viviam brigando e fazendo bagunça pela casa, mas o peso da responsabilidade e da idade chegou que seu coração quase não aguentou: vovó teve um infarto. O mundo girou, fiquei sem chão, parecia que algo corroía por dentro quando soube da notícia. A sensação de que ela poderia partir era horrível, indescritível.
Veio um filme na minha cabeça, da época de adolescente que tive vergonha da minha avó.
Vergonha do chinelo que ela usava que as vezes era um de uma cor e outro de outra, vergonha dela cantar alto na igreja, vergonha de andar do lado dela, eu chegava atravessar a rua (UM ABSURDO). Me lembro do dia que ela foi no colégio me buscar pra viajar para Belo Horizonte acompanhar uma amiga em uma cirurgia de risco, e ela orou na sala a pedido da vice diretora para que a cirurgia ocorresse positivamente. Pude perceber algumas risadinhas alheias,  eu só queria me esconder naquele momento.
Aquele filme rebobinando em minha memória, doía tanto quanto a aflição em ter notícias no boletim médico.
Quão fútil eu fui.
Na verdade eu tinha vergonha era de mim mesma. Queria ser alguém que eu não era, parecer com minhas amigas e colegas da sala era meu objetivo, afinal, eles tinham uma condição financeira melhor que a minha, motivo bobo da minha estupidez.
O bom é que quando a gente cresce, amadurece, pelo menos assim deveria ser.
Minha avó usava chinelos trocados ou velhos porque ela comprava o melhor sapato pra eu usar. Ela cantava alto, mas louvava com gratidão, pois ela tem problemas sérios nas cordas vocais e é uma alegria ver que ela pode falar, isso é gratificante. Ela gostava de andar do lado pra segurar nossa mão, nos proteger dos carros que as vezes passavam em alta velocidade uma característica super protetora  bem evidente. Ela ora onde tiver que orar, ouve a voz de Deus, inclusive, todos os dias de manhã nos envia versículos no whasapp que fizeram falta pra todo mundo nos dias que ela esteve na UTI. Que exemplo de mulher!
Graças a Deus ela está bem. Mas e se tivesse partido como acontecem em muitos casos?
Quantas pessoas ainda passam por essa vergonha nos dias de hoje? Seria esse seu caso?
Temos a tendência a reclamar de tudo, e querer colocar nossas frustrações em cima de outras pessoas.
Não queira perder, ou quase perder como foi no meu caso, pra enxergar o valor que seu pai, sua mãe, irmão ou companheiro tem pra você.
Ressalto que valorizo minha avó bem antes desse acontecimento, na verdade, foi no processo do casamento que consegui enxergar como ela é especial.
Espero que essa experiência sirva de alerta para alguém, mesmo que seja do outro lado do mundo.
E lembre-se:
“Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado.
Pague mico, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor.
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais.
Não se importe com a opinião dos outros.
Antes ser um idiota pra as pessoas do que infeliz para si mesmo.”

Arnaldo Jabor